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Seosp apresenta alteração no projeto de implantação da rede de esgotamento sanitário em Ji-Paraná

A Secretaria Estadual de Obras e Serviços Públicos (Seosp), apresentou, na quinta-feira (10), a representantes da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Ji-Paraná (Agerji) e Secretaria Municipal de Fazenda (Semplan) alteração técnica no projeto de implantação da rede de esgotamento sanitário, previsto no Termo de Compromisso nº 424.393-19/2015, firmado entre o estado e o Ministério das Cidades.

O projeto original, elaborado entre 2017 e 2018, previa o atendimento integral dos 1º e 2º distritos. No entanto, diante do crescimento acelerado da cidade, a Sesop propôs uma readequação técnica para garantir mais eficiência e melhor aplicação dos recursos públicos.

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De acordo com o presidente da Agerji, Fábio Gonçalves, a principal mudança é a realocação de algumas redes, originalmente, previstas para o 1º distrito, direcionando-as para o 2º distrito, contemplando agora as bacias 7B, 7C, 8A e 9, em substituição às bacias 1R e 3.

Segundo ele, a decisão foi fundamentada em quatro fatores: maior densidade populacional no 2º distrito, ampliando o impacto social das obras e beneficiando mais residências, e melhores condições de infraestrutura urbana, com menor necessidade de interferência em vias pavimentadas, tornando a execução do projeto mais rápida e econômica.

Outros fatores que contribuíram para a decisão da pasta foram a topografia mais favorável, que reduz a profundidade das escavações, a movimentação de terra e os transtornos para a população e também a ampliação do alcance social, por atender bairros com moradores de menor poder aquisitivo, reforçando o compromisso com a universalização do saneamento básico.

“Originalmente, o projeto previa obras nos dois distritos, mas devido ao crescimento rápido da cidade, eles propuseram realocar parte da rede que estava prevista para o 1º distrito e direcionar para o 2º distrito”, reforçou Fábio Gonçalves.

“Essa alteração não compromete as metas físicas do projeto, nem o objeto contratual, pois o número de unidades habitacionais atendidas será mantido, apenas com mudanças de local. Todo o estudo foi baseado em análises técnicas e econômicas criteriosas realizadas pela equipe da Sesop”, acrescentou.

Texto: Jairo Ardull/Agerji

Foto: Jefferson Baltar

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