Logo Lamar


VÍDEO: Pai ‘corrige’ filho de forma brutal após suposto roubo

Um vídeo que circula nas redes sociais registrado por uma mãe, não identificada, mostra o momento em que o pai, também não identificado, “corrige” o filho de forma brutal, utilizando um pedaço de pau para desferir múltiplos golpes nas mãos da criança. A gravação, de cenas fortes, mostra o homem aplicando ‘bolos’ enquanto repreende o filho por supostamente ter roubado algo de alguém.

Durante a agressão, a voz do pai é ouvida, dizendo: “Eu nunca precisei roubar”, “Eu sou trabalhador” e “Eu já te chamei várias vezes para trabalhar comigo”. A mãe, que filma a cena, também participa da “correção” e manda a criança parar de gritar enquanto ela filma.

- Advertisement -

Ainda não há informações sobre o local exato ou a data em que o vídeo foi gravado, mas tudo indica que imagens foram gravadas no Amazonas ou na capital amazonense.

A “Lei da Palmatória” e a Legislação Atual

A prática de castigar crianças com golpes nas mãos, popularmente conhecida como “bolo”, remonta a tempos antigos e era comum em ambientes escolares e familiares como método disciplinar. No entanto, a legislação brasileira evoluiu significativamente para coibir tais práticas.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069/90, em seu artigo 5º, estabelece que “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.”

Além disso, a Lei Menino Bernardo (Lei nº 13.010/2014), que alterou o ECA, proíbe expressamente o uso de castigos físicos ou tratamento cruel ou degradante contra crianças e adolescentes. O artigo 18-A do ECA, alterado por essa lei, define castigo físico como “ação de natureza disciplinar ou punitiva aplicada com o uso da força física que resulte em sofrimento físico ou lesão à criança ou ao adolescente”.

A Lei Menino Bernardo também prevê que pais que aplicarem castigos físicos ou tratamento cruel ou degradante deverão ser encaminhados a programas de proteção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, e cursos ou programas de orientação. Em casos mais graves, as consequências podem incluir a perda da guarda ou até mesmo a responsabilização criminal por lesão corporal ou maus-tratos.

As autoridades competentes devem investigar o caso do vídeo para garantir a segurança da criança e a responsabilização dos agressores, reforçando a importância de métodos educacionais que não envolvam a violência.

D24am

Mais notícias sobre cidades de Rondônia






Homem é flagrado por câmera abusando de jumenta. VEJA VÍDEO

Um homem foi flagrado por câmeras de segurança enquanto praticava abuso contra uma jumenta na Ilha de Itamaracá, no litoral norte de Pernambuco. O...

VÍDEO: BR-364 em Rondônia recebe 30 radares, mas usuários aguardam obras de duplicação

A BR-364 em Rondônia ganhou 31 novos radares de fiscalização eletrônica de velocidade no trecho entre Porto Velho e Vilhena. A instalação dos equipamentos...

Semeia participa de qualificação que aborda produção de mudas, manejo de viveiros e recomposição ambiental

A equipe técnica da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), da Prefeitura de Ji-Paraná, participou nos dias 11 e 12 de março de uma...
Pular para a barra de ferramentas